O mercado brasileiro de software ocupa atualmente a 12a. posição no ranking mundial e torna-se, a cada dia, mais acirrado com a entrada de novos “players”, nacionais e estrangeiros.

Então, a pergunta é: como se destacar em um ambiente tão competitivo ? Talvez a melhor resposta seja... através da qualidade, da busca de maior valor agregado e da inovação, aproveitando oportunidades e ondas tecnológicas que facilitem a geração de novos produtos.

Hoje, o motor da produção de software no Brasil são as Fábricas de Software. Das 8.500 empresas dedicadas ao desenvolvimento, construção e distribuição de software, a maioria delas é classificada como Fábrica de Software.

Em que pese críticas, que vão desde a utilização do nome Fábrica de Software até os modelos de gestão praticados, elas são responsáveis pela geração de milhares de empregos. O exemplo mais bem acabado é que entre as 200 maiores empresas de tecnologia da informação do país, mais de 50 dedicam-se ao setor de software.

As previsões para 2011 também são bastante animadoras. Estima-se que a indústria de software crescerá em torno de 8,5%. A expansão da computação em nuvem, cuja demanda deve triplicar nos próximos 5 anos, a procura por aplicativos de análise e inteligência de negócio, e o aumento significativo da venda de laptops e smartphones são algumas tendências que poderão impulsionar esse resultado.

O Seminário Fábricas de Software que acontecerá no dia 27 de outubro, em São Paulo, tem como propósito discutir cenários e desafios que se apresentam para as Fábricas de Software, bem como novos negócios que podem ser gerados, e reunirá vários profissionais que terão a oportunidade de participar de palestras conduzidas por acadêmicos, consultores e executivos com reconhecida competência nos temas abordados.